20 thoughts on “Assinar

  1. Um manifesto, mais um mas actualizado, era mesmo o que fazia falta para ver se a esquerda se junta. Todos somos poucos para o trabalho que temos pela frente de ir por esse interior fora falar com as pessoas. Vejam as análises da malta do Podemos Andalucia e basta pensar um pouco, saindo do circo do mediatismo e passando um pouco para a realidade das pessoas. Era bom que as forças políticas com assento parlamentar se juntassem com os movimentos que entretanto se multiplicaram e analisassem as recentes eleições na Andalucia e percebessem que para mudar as coisas é preciso começar com tempo e trabalhar… e todos seremos poucos!

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  2. Para derrotar a direita e ultrapassar o centrismo da social-democracia inconsequente e acabar com o divisionismo, é fundamental unir a esquerda cujos pilares fundamentais são o PCP e o BE, em torno de um programa em defesa do estado social e a democracia contra a austeridade e o directório germânico.

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    1. A vitória do Syriza na Grécia, demonstra que pode haver uma alternativa política ao capitalismo de saque dos dinheiros públicos e destruição do estado social, dirigido pela Alemanha. Sabemos que essa alternativa não é a do François Hollande “sur” Tejo, António Costa, que irá continuar a obedecer aos alemães e ao Tratado Orçamental. Só a convergência das forças anti-austeritárias, PCP, Bloco de Esquerda, independentes de esquerda, mas também gente que vinda da direita tem publicamente recusado tais políticas (os nossos Gregos Independentes), pode construir uma alternativa de poder para mudar Portugal.
      Álvaro Arranja

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  3. Não é possível unir as esquerdas com base num programa detalhado, como propõe o manifesto, porque é nos detalhes que estão as divergências insanáveis – ou dificilmente sanáveis em tempo útil – entre as diversas sensibilidades da esquerda. É possível uni-las, sim, com base num programa mínimo e coeso que corresponda ao ideário em que elas se intersectam, e possa dar origem a uma mensagem simples, directa, facilmente compreensível pelos eleitores e resistente aos ataques da direita: oposição ao Tratado Orçamental, fim da austeridade, soberania nacional. Chega, e já representa muita pedra para partir.

    Apesar destas reservas, assinei.

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  4. Porque não procurar desde já elaborar um projecto de propostas que englobem as diferentes tomadas de posição que PCP e BE por um lado e outras organizações de esquerda não parlamentar por outro e partir daí quem sabe chegar-se a um programa eleitoral comum.
    Será que à volta de principios como:
    reestruturar a dívida
    defender o SNS e dimiuir (acabar?) com as taxas moderadoras
    defender o ensino público
    controlo público do sistema bancário
    aumento do salário mínimo
    reposição de salários e pensões
    taxar as grandes fortunas e combater os off shores
    taxar as transações financeiras especulativas
    dinamzar a agricultura e a indústria
    Será muito difícil chegar a uma plataforma de entendimeno nestas áreas?
    Haja vontade e verdadeiro espírito coletivo e nacional sem “a prioris” e sem paternalismos e/ou espírito de “quinta” e veremos que é o povo que todos dizem defender que sairá a ganhar.
    Vamos a isso?

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  5. Quem se subtrair a este apelo nao merece confianca politica e passara na Historia como cumplice do desastre economico, social, politico e etico em que estamos metidos.

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  6. Este apelo é a expressão de uma vontade, um sentir, da necessidade urgente de uma plataforma assumidamente de esquerda, de uma esquerda que diga não a qualquer ideia que seja apadrinhada pelas direitas por mais elaborada que seja mas que apenas pretende manter o capital à custa das teorias e práticas neoliberais ou outro qualquer liberalismo de negação do respeito pela condição de ser humano. Dizer não a políticas de austeridade ou outras já experimentadas, a políticos e pensadores que lhes dão suporte, é fundamental para que qualquer sociedade actual possa existir sem comprometer um futuro e os seus intervenientes, sem impôr um futuro previsível de amargura existencial e subordinada a outros que não os legítimos e únicos herdeiros de um passado que pretende distinguir os maus dos bons, os que desejam obter vantagens à custa das maiorias subordinadas aos seus interesses. Este apelo pode ser um ponto de partida na convergência de vontades.

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  7. SIM! É absolutamente necessário construir uma unidade, que não apague diferenças e autonomias, capaz de recriar esperança e instrumentos de mobilização e resolução dos problemas dos 99% da população, distinta do centro-esquerda e consciente de que a verdadeira linha divisória é o Pacto Orçamental Europeu, a hegemonia germânica e a uniformização neoliberalizante.
    Mais, essa unidade plural já vem tarde. E deve incluir, mesmo, outros partidos, movimentos, cidadãos ou grupos políticos, à esquerda dos partidos neo-rotativistas que no primeiro mês de exercício do poder iniciam o repúdio das suas promessas eleitorais.

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  8. Concordo que ha muito que o deveria ter sido feito e nao apenas para eleicoes. O recuo na manif da ponte ficou como marco de uma oportunidade rarissima perdida e inicio da desmobilizacao. Mesmo assim nunca e tarde para minimizar os erros do passado. E nos termos que refere. Temham o BE e o PCP a lucidez para isso e fazer um programa concreto a que eles e os mais aderentes se comprometam e se deixem de qualquer tentacao sectaria ou oportunista para ficarem a discutir as quotas dos assentos parlamentares. Se o falharem desta vez, de mim, nem um nem outro contarao jamais com o voto. E tenho votado quase sempre num deles.

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  9. Não vejo nenhuma razão para alimentar esta divisão da esquerda – PCP e BE – se ambos têm em comum a defesa de uma sociedade justa para quem trabalha. Olhem os programas dos dois partidos – não basta respeitarem-se, é necessário criarem uma plataforma para que o povo acredite numa força forte de esquerda.

    José Orta

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